Sou atuante e protagonista de minha vida, não sou platéia da vida dos outros

Nasci no município de Cruz Machado interior do Parana. Trabalhei na agricultuta até os 18 anos de idade, servi o exército, depois tive uma empresa que beneficiava e empacotava cereias, cuja empresa faliu porque levei vários calotes de vários de comerciantes e super-mercados de União da Vitória. Na mesma época fiz em Curitiba um curso de OERADOR de USINA, fui Operador então da Usina Hidroelétrica da "COPEL" USINA PALMITAL a qual gerava e fornecia energia elétrica para os municipios de Cruz Machado, União da Vitória,Pôrto União, Bituruna,Porto Vitória e demais municipios da região. Fiz também um concurso para trabalhar no antigo Banestado, passei no teste, fui conferir o salário era inferior do que eu ganhava como operador de Usina, então desisti de ser bancário e continuei na Copel durante dois anos e pedi demissão para então só me dedicar a empresa e tentar recuperá-la, mas não consegui. Parece ironia; eu tinha três boas oportunidades e acabei ficando sem nenhuma. Em 1980 as propriedades da família foram idenizadas e deram lugar à represa da Usina Fóz do Areia. Em 1985 mudei-me com toda minha família para São José dos Pinhais, trabalhei de representante comercial para uma empresa de minha família durente 15 anos. No ano 2000 como era meu sonho, ingressei no ramo da construção civil, eu com meu filho Carlos Edgar fundamos a BLOCPAR PARANÁ. Hoje após 12 anos de atividades a empresa está sólida e em constante desenvolvimento.

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Construção Civil


Data: 20/1/2009

::EMPREGO E RENDA::
Ano começa promissor para construção Civil

Sobram vagas no Sine para pedreiro e servente de obras
O ano começou e para quem está procurando emprego é hora de correr atrás do tempo perdido. É que para alguns setores, sobram vagas no mercado de trabalho.
No ano passado, o Brasil ofereceu dois milhões de postos de trabalho, e a expectativa para esse ano é ainda melhor.
No Sine de Araxá, por exemplo, há 56 vagas. Destas 15 são para servente de obras e 14 para pedreiro. E está difícil encontrar profissionais no mercado de trabalho para suprir a demanda. Segundo a coordenadora do CPPT/Sine (Centro Público de Promoção do Trabalho), Gisaura Andrade, para a construção civil, é grande o número de novas vagas por mês.
"Acontece muito de aparecer candidatos, mas que não conseguem preencher a vaga porque não tem qualificação", explicou.
Para evitar esse problema, a coordenação está com um projeto de qualificação para a mão de obra da construção civil, ainda este ano. "Ainda não tem data prevista, mas deve ser nesse primeiro semestre", garantiu.
Bom para quem está atrás de emprego, mas também para o comércio. Numa loja de material de construção, no bairro Vila Silvéria, o movimento está satisfatório, como explica Geraldo Nunes, gerente da loja.
"A construção civil deu uma aquecida e isso reflete diretamente para a gente, que acabamos vendendo mais. Se não estivesse faltando mão de obra, seria ainda melhor", finalizou.
Fonts: Jornal Araxá.

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